<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-16177364</id><updated>2011-04-21T20:04:47.786-03:00</updated><title type='text'>reflexões inúteis</title><subtitle type='html'>estas são minhas reflexões, quase sempre inúteis, sobre o que observo por aí...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://anastumpf.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anastumpf.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>ana stumpf</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18133953482866431107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>11</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16177364.post-112735688214504321</id><published>2005-09-21T23:41:00.000-03:00</published><updated>2005-09-21T23:47:45.043-03:00</updated><title type='text'>País Laico?</title><content type='html'>&lt;div   style="font-family:verdana, arial;font-size:14px;"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;A polêmica da hora é o caso do juiz que inventou de querer tirar os crucifixos das salas de audiência. Ele justificou-se dizendo o óbvio: vivemos num país laico (ou seja, sem religião oficial), portanto, não se pode privilegiar o símbolo de uma religião em detrimento de outras&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Indignados, os católicos saíram em defesa da permanência dos crucifixos e demais menções à religião cristã, não só nas dependências do judiciário como também em quaisquer outros locais públicos, escolas, e até nas inscrições que constam nas notas de moeda corrente. Eles alegam que, embora seja o Brasil um país que não estabelece uma religião oficial, a maioria dos brasileiros é cristã, segundo o último senso do IBGE. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;A mais inflamada defesa do uso do símbolo do cristianismo nos espaços públicos acrescenta, ainda, que seria um atentado à democracia retirá-lo, baseando-se justamente no fato de o Brasil ser um país de maioria católica. Engraçado os católicos se lembrarem de que são maioria, pois são justamente as &lt;span style="TEXT-TRANSFORM: uppercase"&gt;minorias &lt;/span&gt;que governam o País: os mais ricos, os que tiveram mais acesso ao estudo, a meia dúzia que é proprietária de quase toda terra agriculturável, e assim por diante... Se o Brasil fosse um país que respeitasse a vontade da maioria, não teríamos um salário mínimo como o nosso, que condena o trabalhador a viver no limite da inanição.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Pode ser que seja só uma tentativa do tal juiz de obter mais visibilidade, de ter seus minutos de fama. Mas, de qualquer forma, nos chama a atenção para a prepotência da "santa" igreja católica, que pretende sempre estar acima da lei, acima do livre arbítrio que eles próprios pregam. Todos temos o direito de ter uma religião, seja ela qual for (inclusive nenhuma). Temos direito de crer ou não em um deus ou em uma igreja, e temos o direito, também, de termos essa ideologia respeitada. Se os tribunais podem (ou devem, como querem alguns) ostentar o símbolo do cristianismo, que ao lado dele estejam também expostos a estrela dos judeus, o crescente dos muçulmanos, o preto velho dos espíritas... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16177364-112735688214504321?l=anastumpf.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112735688214504321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112735688214504321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anastumpf.blogspot.com/2005/09/pas-laico.html' title='País Laico?'/><author><name>ana stumpf</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18133953482866431107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16177364.post-112723866617375872</id><published>2005-09-20T14:51:00.000-03:00</published><updated>2005-09-20T14:58:06.333-03:00</updated><title type='text'>celular</title><content type='html'>&lt;div style="FONT-SIZE: 14px; FONT-FAMILY: verdana, arial" align="justify"&gt;Esses dias eu vi um grupo de jovens mudos na rua. Eles conversavam animadamente, usando a linguagem dos sinais. Um deles exibia para os amigos seu celular. Isso mesmo...até mudo tem celular hoje em dia! É claro que ele pode usar o celular para enviar e receber mensagens de texto, mesmo não podendo falar ou ouvir, mas o fato de um deficiente auditivo possuir um telefone celular me chamou atenção para este fenômeno: a universalização do celular.&lt;br /&gt;Todos têm. No ônibus que vai para a periferia, desfilam modelos que tiram fotos e tocam música. Na escola de classe média, as crianças disputam pra ver quem tem o toque mais original. Deve ter gente que telefona para o celular do filho quando ele está no quarto jogando video game e não ouve a mãe chamando para almoçar...&lt;br /&gt;O telefone celular é, sem dúvida, o símbolo máximo da sociedade de consumo. Sim, eu também tenho um, mas é aquele "chinelão" mesmo, que só funciona como...celular! Ou seja: não tem câmera, rádio, lanterna, e outras mil e uma utilidades que deixariam o cinto do Batman absolutamente envergonhado.&lt;br /&gt;Além disso, os aparelhos de celular tendem a ser ainda mais "voláteis" que os computadores, pois deixam de ser modernos em um prazo assustadoramente instantâneo. O modelo mais caro hoje estará em promoção no próximo dia dos pais-mãe-namorados-etc.&lt;br /&gt;Se você ainda não tem celular, certamente seus amigos o acham um ser pré-histórico, e com certeza se você não comprar um celular, vai ganhar um! Se o seu aparelho ainda não é daqueles que cabe no seu chaveiro, então também há uma espécie de conspiração, pra te obrigar a comprar um novo.&lt;br /&gt;Alguns poucos corajosos ainda resistem bravamente, e se recusam a adquirir um celular. Mas, assim como os amantes da máquina de escrever, eles tendem a desaparecer, e dar lugar a uma geração que não tem idéia de como fazíamos nós, seres atrasados, para viver sem um telefone celular... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16177364-112723866617375872?l=anastumpf.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112723866617375872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112723866617375872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anastumpf.blogspot.com/2005/09/celular.html' title='celular'/><author><name>ana stumpf</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18133953482866431107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16177364.post-112603822323134812</id><published>2005-09-06T17:23:00.000-03:00</published><updated>2005-09-07T00:25:05.230-03:00</updated><title type='text'>Um Dia sem Nordestinos</title><content type='html'>&lt;div   style="font-family:verdana, arial;font-size:14px;"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O filme "Um dia sem mexicanos" é um curioso conto tragi-cômico. No estado da Califórnia, é retratado o caos resultante da seguinte situação hipotética: todos os latinos desaparecem da noite para o dia. Quando acordam numa cidade sem os inconvenientes &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;cucarachas&lt;/i&gt;, os americanos "de verdade" percebem que nada funciona sem eles, faltam desde mão de obra não-qualificada destinada à colheita de laranjas até professores nas escolas e universidades.&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Apesar de conter certos exageros, compreensíveis e até desejáveis numa obra de arte, o filme mostra como o preconceito cega as pessoas. Os latinos são considerados cidadãos de segunda classe, gente que interfere na harmonia da "perfeita" sociedade norte-americana, provocando desordem, criminalidade e desemprego. Porém, algumas horas após o desaparecimento desses mexicanos (denominação genérica para qualquer pessoa de origem hispânica, independente do país em que tenha nascido), prova-se justamente o contrário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ao sair do cinema, me ocorreu que aqui mesmo, no Brasil, temos nosso próprio exemplo de preconceito e ignorância. Em São Paulo, cidade que ostenta com orgulho o título de carro-chefe da economia do País, os imigrantes nordestinos são tratados com o mesmo ódio dispensado aos latinos nos EUA. São chamados de baianos, indiscriminadamente, tanto faz se nasceram em Sergipe, Pernambuco ou mesmo em São Paulo. Não importa quantas gerações se sucederam desde que chegaram seus antepassados, serão sempre tratados como imigrantes "estrangeiros".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Essa estranha xenofobia nutrida pelos paulistanos em relação aos nordestinos é ainda mais descabida que aquela experimentada pelos latinos. Não há invasão ilegal de fronteiras, pertencem todos ao mesmo país, falam a mesma língua (com sotaques diferentes, é verdade, mas é o mesmo português). Se por acaso acontecesse de todos os nordestinos desaparecerem, São Paulo viveria um caos ainda maior do que se ocorressem, ao mesmo tempo, uma greve no metrô, nos trens e em toda a frota de ônibus... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Na verdade, São Paulo precisaria de mais do que "um dia sem nordestinos". Precisaria voltar no tempo e contar quantos dos tijolos de seus arranha-céus foram cuidadosamente assentados por pernambucanos, baianos, sergipanos, alagoanos... Assim poderiam avaliar quanto do progresso do empreendedor "paulistano" se deve ao incansável povo nordestino. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16177364-112603822323134812?l=anastumpf.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112603822323134812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112603822323134812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anastumpf.blogspot.com/2005/09/um-dia-sem-nordestinos_06.html' title='Um Dia sem Nordestinos'/><author><name>ana stumpf</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18133953482866431107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16177364.post-112603706903605154</id><published>2005-09-06T17:04:00.000-03:00</published><updated>2005-09-06T17:30:13.683-03:00</updated><title type='text'>você conhece café?</title><content type='html'>&lt;div   style="font-family:verdana, arial;font-size:14px;"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Certamente alguém já lhe fez a seguinte pergunta: "Você conhece Jesus?". Geralmente a pergunta é feita por alguém que, de bíblia em punho, tenta convencê-lo de que não há nada melhor do que conhecer Jesus, de que sua vida vai melhorar e todos os seus problemas vão acabar...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pois bem, eu tenho perguntado a todos os meus amigos se eles conhecem o café! Com o mesmo fervor religioso de quem quer promover a palavra de Cristo, eu tenho divulgado as maravilhas que o café tem feito por mim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O café mudou a minha vida. Hoje eu sou muito mais feliz. Sou aceita com mais facilidade em qualquer ambiente, pois todos gostam de café. Não tenho mais aquela incontrolável vontade de comer chocolate, ela foi substituída pelo desejo de café. Posso ficar acordada até mais tarde, lendo ou escrevendo...Tudo isso porque o café entrou em minha vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Recomendo a todos que não gostam de café que experimentem mais uma vez, insistam, encontrem o café compatível com seu paladar. Aos que se desviaram do caminho do café, aconselho que voltem, pois ele estará de braços abertos esperando o retorno de seus amados admiradores. Não dêem ouvidos a essas bobagens que dizem sobre o café, essas pessoas que tentam desmoralizá-lo não sabem o que é viver ao lado dele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16177364-112603706903605154?l=anastumpf.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112603706903605154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112603706903605154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anastumpf.blogspot.com/2005/09/voc-conhece-caf.html' title='você conhece café?'/><author><name>ana stumpf</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18133953482866431107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16177364.post-112603339063150599</id><published>2005-09-06T16:03:00.000-03:00</published><updated>2005-09-06T23:48:16.526-03:00</updated><title type='text'>o mendigo que comia cachorros</title><content type='html'>&lt;div size="14px" face="verdana, arial"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Li em um jornal, perplexa, mais um capítulo da falta de solidariedade vigente nesses tempos caóticos: Um homem é moralmente crucificado por ter consumido carne de cachorros. A vizinhança do mendigo que recorreu ao abate desses animais para se alimentar, não titubeou quanto à providência que julgou mais acertada ao tomar conhecimento da situação: chamou a polícia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Parece um contra-senso que essas pessoas que se disseram tão chocadas com o fato de verem cachorros serem sacrificados, não tenham se sensibilizado com o drama de um ser humano sem outra alternativa para sobreviver a não ser comer carne de cães. Ver um homem faminto vasculhando o lixo atrás de comida não os comoveu, mas vê-lo assando cachorros deixou-os horrorizados. Não foi a situação extrema do indigente que foi obrigado a abrir mão de sua dignidade que feriu a opinião pública, mas o extermínio dos cães, que por mais que mereçam nosso apreço, não deveriam nos despertar tanta ou mais compaixão que um semelhante nosso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Em nenhum momento se cogitou que a explicação para a matança dos cachorros fosse a fome. Falou-se em crueldade, em demência, em dependência química, mas não se falou em miséria, em exclusão social, em abandono. Uma das vizinhas do terreno baldio, no qual o mendigo morava, diz, na reportagem, que tinha medo dele. Não lhe ocorreu que aquele homem tivesse medo também. Medo de morar na rua, de não ter o que comer, medo de ser hostilizado por todos (como realmente foi). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;A solução encontrada foi a mesma que ocorre a quase todos que se deparam com o problema da indigência nas ruas das grandes cidades: fechar os olhos. Chamaram a polícia, que o encaminhou para tratamento psiquiátrico, longe das vistas daquela comunidade, que provavelmente está aliviada, pois não precisa mais encarar o problema na sua rua, perto de seus olhos...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;É tolerável saber que uma pessoa agoniza de fome, mas não é aceitável saber que ela se alimenta da carne de cães. Bom mesmo é saber que esse cruel caçador de cachorros está seguro, trancafiado em algum hospital psiquiátrico, uma espécie de depósito de seres humanos indesejáveis. A que ponto chegou a nossa insensibilidade diante da miséria? A tragédia que se abate sobre tantos homens e mulheres, esquecidos nas ruas, é sistematicamente ignorada por todos nós. Inverteram-se os valores, a vida humana vale menos que a vida de um animal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16177364-112603339063150599?l=anastumpf.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112603339063150599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112603339063150599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anastumpf.blogspot.com/2005/09/o-mendigo-que-comia-cachorros.html' title='o mendigo que comia cachorros'/><author><name>ana stumpf</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18133953482866431107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16177364.post-112603323779146560</id><published>2005-09-06T16:00:00.000-03:00</published><updated>2005-09-06T23:49:58.826-03:00</updated><title type='text'>anos 80 - o retorno</title><content type='html'>&lt;div size="14px" face="verdana, arial"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;font-family:verdana;color:#000000;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Até bem pouco tempo atrás, tudo que tivesse feito sucesso nos anos 80 era brega, de mau gosto: todo mundo odiava polaina com &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;scarpin&lt;/i&gt;, abominava o cabelão a la &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;Bon Jovi&lt;/i&gt; e, principalmente, ridicularizava as músicas e as respectivas coreografias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;De repente, os anos 80 são &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;cool&lt;/i&gt;. Tem festa &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;80´s&lt;/i&gt; todo fim-de-semana, tem banda que "revisita" os &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;hits&lt;/i&gt; dessa década, programa de rádio e até casa noturna especializada... Chegou aquele momento da história em que o bizarro ganha status de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;cult.&lt;/i&gt; Foi sempre assim: depois do Classicismo de Mozart, os românticos quiseram fazer tudo diferente, renegando qualquer herança clássica. Aí, vieram os Neoclássicos e disseram: "Aquilo era legal, sim, e nós gostamos, ok?".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Por isso, prepare-se para odiar a década de 90, (se é que isso já não está acontecendo, camisas de flanela: já para a gaveta!), e depois sentir saudade e "revitalizá-la" lá por 2010.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Enquanto isso, aproveito para consumir todas as coletâneas das melhores (e mais bregas) bandas dos anos 80. Sem culpa, e sem polainas cor-de-rosa, pois saudosismo tem limite e eu ainda tenho senso de ridículo. &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16177364-112603323779146560?l=anastumpf.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112603323779146560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112603323779146560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anastumpf.blogspot.com/2005/09/anos-80-o-retorno.html' title='anos 80 - o retorno'/><author><name>ana stumpf</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18133953482866431107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16177364.post-112603314249867248</id><published>2005-09-06T15:59:00.000-03:00</published><updated>2005-09-06T23:54:04.803-03:00</updated><title type='text'>oi, tudo bem?</title><content type='html'>&lt;div size="14px" face="verdana, arial"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A pergunta que todo mundo faz, automaticamente, sem pensar, quando cumprimenta alguém, é justamente essa: "Oi, tudo bem?" Essa pergunta é feita até sem entonação de pergunta, porque, no fundo, ninguém quer mesmo ouvir a resposta. Ninguém espera ouvir nada diferente de "tudo, e você?".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A verdade verdadeira é que estamos todos muito ocupados para saber como vão os outros. Nós mesmos nem sempre estamos bem, mas, invariavelmente, respondemos que sim, que está tudo bem. Não há tempo para pensar, os diálogos estão decorados e ensaiados já faz muito tempo. Não nos atrevemos a mudá-los, não temos coragem de dizer que nem sempre tudo está bem, nem sempre aquele é um bom dia, nem sempre é um prazer conhecer quem se encontra...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas temos bons motivos pra isso. Já reparou o que acontece com aqueles que têm coragem de mudar o script? Aqueles "ousados" que dizem: "Mais ou menos", "Vou levando", "bom dia, por quê?" São considerados chatos, loucos, uns desequilibrados que não se encaixam na vida perfeita dos que sempre repetem "tudo bem". Outros, mais estranhos, não se contentam com o simples e contido "tudo bem", e disparam: "tudo óóóóótimo", "não poderia estar melhor". Esses são ainda mais odiados, afinal, são uns exibidos. Enquanto todos estão "bem", eles têm a audácia de estarem "muito" bem. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Aprendemos desde cedo a reproduzir essas fórmulas de falsa cordialidade. Mas, afinal, é isso que nos diferencia dos outros animais: nossa capacidade de fingir. O cachorro não finge satisfação ao ver o dono nem disfarça seu desconforto diante de um estranho. Nós sabemos dominar o impulso de demonstrar a realidade de nossos pensamentos. Sabemos dissimular antipatias e humores, somos mesmo os seres mais inteligentes e menos sinceros da Terra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;font-family:verdana;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.45pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16177364-112603314249867248?l=anastumpf.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112603314249867248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112603314249867248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anastumpf.blogspot.com/2005/09/oi-tudo-bem.html' title='oi, tudo bem?'/><author><name>ana stumpf</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18133953482866431107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16177364.post-112569399911078264</id><published>2005-09-02T17:29:00.000-03:00</published><updated>2005-09-02T17:55:16.006-03:00</updated><title type='text'>Os que atiram e os que cavam</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quando era criança, li uma vez uma reportagem sobre um filme qualquer, desses de faroeste, e lia-se lá que o herói dizia a seguinte frase: "O mundo se devide entre os que atiram e os que cavam". Pronto. Estava estabelecida uma obssessão que nunca mais consegui abandonar: a de classificar as pessoas em dois grupos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já percebi que todo mundo, ao entrar em um elevador, por exemplo, ou olha para baixo ou olha para cima. Isso denotaria uma certa timidez, ou até subserviência dos primeiros e altivez, ou quem sabe arrogância, dos outros. Outras comparações: as mulheres ou amam sapatos ou são loucas por bolsas; as pessoas em geral têm afinidade ou com ciências exatas, ou com humanas; quem adora doces, não é viciado em salgados e vice-versa; E assim vai...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Comecei a me dar conta do absurdo dessas divisões quando entendi o que era um bissexual. Então não era tão simples assim...Tinha gente que não era ou isso, ou aquilo. E meu mundinho ruiu. Não existem, afinal, pessoas boas e más, como nos filmes. Existem graus para tudo...Uma certa inclinação para esta ou aquela posição...mas nada absoluto, imutável, estático.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, como é muito mais fácil ser simplista, eu ainda me considero uma viciada em sapatos, doces, que gosta de humanas e não de exatas, que olha para cima dentro do elevador e que torce só para o Inter. Então, afinal, você gosta de ficar em cima ou embaixo?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16177364-112569399911078264?l=anastumpf.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112569399911078264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112569399911078264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anastumpf.blogspot.com/2005/09/os-que-atiram-e-os-que-cavam.html' title='Os que atiram e os que cavam'/><author><name>ana stumpf</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18133953482866431107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16177364.post-112569263786938954</id><published>2005-09-02T17:03:00.000-03:00</published><updated>2005-09-02T17:27:37.690-03:00</updated><title type='text'>Para cada pé torto existe um chinelo velho</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ouvi esse ditado esses dias e não pude deixar de meditar sobre o assunto: afinal, se existe um chinelo velho destinado a cada pé torto... Significa que o mundo se divide entre aqueles que têm os pés tortos (ou são os pés-tortos) e os chinelos-velhos!&lt;br /&gt;E você, é um pé-torto ou um chinelo-velho? Eu, definitivamente, sou do time dos pés-tortos, e explico o porquê: O pé-torto é aquele que molda o chinelo-velho. Por ser torto, ele imprime a sua maneira de pisar no solado do chinelo, personalizando-o. Portanto, as pessoas pés-tortos são aquelas que não mudam de personalidade, não se curvam diante de ninguém. São originais, criativas, mas também dominadoras, egoístas...&lt;br /&gt;A pessoa chinelo-velho é mais flexível, se deixa dominar, se adapta aos parceiros. Ela está sempre pronta a abdicar de seus próprios interesses em nome do relacionamento, pois sabe ceder. Ela muitas vezes não tem vontade própria, obedece cegamente ao líder pé-torto, mas, em compensação, é mais altruísta, tem mais facilidade de amar e de se relacionar.&lt;br /&gt;Em algum momento da vida, e dos nossos relacionamentos, todos nós teremos que representar um ou outro papel, embora tenhamos nossas preferências por um deles. Mas seria bom se soubéssemos nos equilibrar, bancar o pé-torto o tempo todo pode sufocar o candidato a chinelo-velho em tempo integral. E, por outro lado, nenhum pé-torto agüenta um chinelo-velho inveterado que nunca toma uma iniciativa...&lt;br /&gt;Temos a opção de escolher de que lado estamos, mas não precisamos defender essa posição sem ressalvas. Até mesmo o mais torto dos pés às vezes não quer decidir tudo sozinho e precisa da ajuda de um chinelo velho pra descansar seus dedos calejados.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16177364-112569263786938954?l=anastumpf.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112569263786938954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112569263786938954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anastumpf.blogspot.com/2005/09/para-cada-p-torto-existe-um-chinelo.html' title='Para cada pé torto existe um chinelo velho'/><author><name>ana stumpf</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18133953482866431107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16177364.post-112569140949914125</id><published>2005-09-02T17:00:00.000-03:00</published><updated>2005-09-02T17:03:29.503-03:00</updated><title type='text'>Eu odeio quando...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Todo mundo faz alguma coisa que odeia quando são os outros que fazem. Um exemplo: Quando está chovendo e você está sem guarda-chuva, fica espremido embaixo da marquise, tentando não se molhar e xingando (ao menos mentalmente) os que passam por você munidos de guarda-chuvas, porém, igualmente disputando aquele precioso espaço debaixo da marquise...Caso você estivesse de guarda-chuva, sabemos que também iria preferir andar embaixo das marquises...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pois bem, é assim que nos comportamos em diversas situações da vida. Jamais iríamos querer que alguém terminasse com agente por e-mail, mas se nós é que estivéssemos sem coragem de dizer o bom e velho "vamos dar um tempo?" ao vivo, a opção do e-mail não parece mais tão cruel assim. Igualmente contraditória é a nossa opinião sobre umas palmadas nos filhos. Se vemos alguém puxando as orelhas de uma criança, logo nos indignamos com a situação. Mas quando o pestinha está sob nossa responsabilidade, às vezes não há nada melhor que umas boas palmadinhas pra "acalmar". É fácil julgar de forma simplista, dizer que alguém está certo ou errado. Será que não agiríamos da mesmíssima forma se estivéssemos no lugar dessa pessoa? É claro que vamos continuar buzinando pra quem dirige devagar procurando um endereço. Não deixaremos de praguejar contra aquele que jogou no chão o chiclete no qual acabamos de pisar. Seguiremos execrando os que deixam o celular ligado quando não deveriam... E nós? Seremos capazes de perceber quantas das atitudes que odiamos são exatamente as mesmas que praticamos? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16177364-112569140949914125?l=anastumpf.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112569140949914125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112569140949914125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anastumpf.blogspot.com/2005/09/eu-odeio-quando.html' title='Eu odeio quando...'/><author><name>ana stumpf</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18133953482866431107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16177364.post-112568476257188363</id><published>2005-09-02T14:54:00.000-03:00</published><updated>2005-09-02T15:12:42.583-03:00</updated><title type='text'>ignorância medieval</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;De cada cinco habitantes dos EUA, um acha que é o sol que gira em torno da terra. Não deveria causar surpresa tamanha ignorância. Para quem se acha o centro do universo, nada mais natural que o sol girar em torno deles, não é mesmo? Os donos do mundo não conhecem quase nada do que se passa além de suas sagradas fronteiras, incluindo noções básicas de geografia que qualquer aluno de país periférico aprende em sua precária escola pública. Interessa saber onde ficam as reservas de petróleo a serem perfuradas e saqueadas, mas o mapa da miséria e da fome é totalmente ignorado pelos líderes daquela nação de obesos. Somas absurdas são gastas com armamentos e com projetos destinados a conquistar o espaço. A cura das doenças que exterminam povos na África não desperta tanto interesse, nem o desenvolvimento dos países pobres. Nada disso, porém, é novidade para nós. O que intriga é que um país com uma massa tão grande de idiotas ainda possa ditar as regras para o mundo. É a indústria cinematográfica deles a mais lucrativa, são as lanchonetes deles que se espalham como praga pelo mundo, são seus produtos que consumimos avidamente todos os dias...Que uma nação de imbecis se julgue a melhor do mundo não me causa espanto, mas o fato de as demais nações, inclusive o Brasil, concordarem com isso e reverenciarem essa anomalia é absolutamente intolerável.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16177364-112568476257188363?l=anastumpf.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112568476257188363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16177364/posts/default/112568476257188363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anastumpf.blogspot.com/2005/09/ignorncia-medieval.html' title='ignorância medieval'/><author><name>ana stumpf</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18133953482866431107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
